O quanto sua empresa tem investido nas estratégias de segurança – Planus

O quanto sua empresa tem investido nas estratégias de segurança

23/02/2021

O quanto sua empresa tem investido nas estratégias de segurança

A pergunta é simples: Qual é o valor a ser investido por uma empresa em infraestrutura e políticas de segurança cibernética?

A resposta? Bem, isso já não é tão simples.

Quando se trata de proteger tanto os dados internos da empresa quanto os dos clientes, as empresas que competem no mundo digital de hoje não podem mais se dar ao luxo de cruzar os dedos e esperar que a sorte faça o seu trabalho. Os ataques cibernéticos e o vazamento de dados são uma realidade e o noticiário tem nos mostrado esse cenário a cada dia.

De fato, diversas empresas, de diferentes segmentos e tamanhos, já experimentaram alguma forma de ataque cibernético nesses últimos anos. Além disso, a realidade também tem nos mostrado que boa parte dessas organizações se sentem despreparadas em relação à capacidade de proteger e mitigar um ataque cibernético, mas ainda, boa parte delas não têm nem um plano formal para melhorias.

A desconexão aqui é preocupante. As empresas sabem que precisam de planos robustos de cibersegurança adaptados ao seu tamanho, escala e perfil de risco. Eles também sabem que seu futuro está em jogo sem eles, o risco de serem forçados a fechar suas portas após um ataque cibernético é real.

É hora de as empresas retomarem o controle.

Ao investir em tecnologia de segurança cibernética sob medida, adotando protocolos adequados e incluindo a segurança cibernética como sua própria linha nos orçamentos anuais, as empresas não brincam mais de esconde-esconde de hackers, esperando passar despercebidas por ladrões de dados.

Os orçamentos de cibersegurança proporcionam tranquilidade – além de gerar benefícios comerciais reais ao longo do caminho. Vamos ver como é possível.

Os benefícios de investir na proteção da cibersegurança

Existem inúmeras vantagens comerciais em investir em defesas de segurança cibernética.

A palavra-chave aqui, porém, é investimento. De acordo com o Gartner e especialistas do setor, um orçamento robusto de segurança cibernética nunca deve ficar abaixo de 3% do total de despesas de capital de uma empresa. Se estiver abaixo de três por cento, então – falando sem rodeios – algo está faltando.

As empresas devem tratar suas políticas e tecnologias de segurança cibernética como tratam qualquer investimento – ou seja, fluidas, de longo prazo, orientadas para o desempenho e com metas quantificáveis.

As despesas de capital podem então ser canalizadas da forma mais estratégica possível quando a segurança cibernética é praticada como um braço das operações diárias, em vez de uma linha vermelha nos orçamentos anuais.

Entenda o risco de cibersegurança

Não há como amenizar – os ataques cibernéticos são a norma hoje, não a exceção.

Empresas devem ampliar o controle sobre as operações internas e o uso da tecnologia caso busquem se preparar para alguns dos maiores riscos de segurança cibernética de hoje. E esses riscos são numerosos, com dezenas de tipos de ataque que podem fazer com que as defesas de uma empresa pareçam estar sempre tentando se recuperar.

No entanto, certos ataques cibernéticos são mais comuns do que outros. Detalhamos as cinco principais ameaças cibernéticas que as empresas enfrentam hoje, bem como seus custos ou perdas associadas, tudo para dar às empresas uma base para preparar orçamentos de segurança cibernética adequados.

Principais ameaças à segurança cibernética e seus custos

● Malware

O malware representa uma grande fatia do bolo da câmera cibernética. Esses softwares maliciosos, sejam eles vírus, spyware, keyloggers ou worms, têm uma intenção – entrar e, em seguida, interromper ou desativar um sistema de computador.

Hoje, mais de 90 por cento do malware é entregue por e-mail, geralmente escondido na forma de anexos infectados ou links imperceptíveis. Basta um funcionário bem-intencionado clicar ou fazer o download, pois o malware pode cruzar seus fossos defensivos.

O custo médio de um ataque de malware gira em torno de US$ 2,4 milhões, de acordo com uma pesquisa da Accenture. Se esse número parece alto, lembre-se de que ele representa os quase 50 dias que as empresas levam para identificar, tratar, corrigir e reparar os sistemas afetados.

● Phishing

Em uma pesquisa global com tomadores de decisão de TI, também realizada pela Accenture, mais da metade dos entrevistados afirmaram que os ataques de phishing direcionados são a principal ameaça à segurança cibernética enfrentada por suas organizações.

Os ataques avançados de phishing geralmente refletem as comunicações eletrônicas de contatos comerciais frequentes e confiáveis, de fornecedores terceirizados ou contratados para outras empresas com as quais você trabalha.

Seu objetivo é solicitar dados confidenciais, como informações contábeis ou números de cartão de crédito do cliente, direto da fonte – seus funcionários.

O registro de um único indivíduo perdido ou roubado custa US$ 225 às empresas. No entanto, poucos ataques cibernéticos visam apenas um registro. Mais de 74 por cento das empresas que sofreram ataques cibernéticos que tiveram dados roubados tiveram em média 1.000 arquivos perdidos durante as violações.

● Ransomware

Ataques de ransomware ocorrem a cada 14 segundos.

Eles estão entre as ameaças de segurança cibernética mais rápidas e predominantes apresentadas nas organizações, com a intenção usual de desligar servidores ou manter dados e arquivos como reféns até que um resgate adequado seja pago.

Sem backup holístico de dados, o ransomware pode causar estragos. Entre tempos de inatividade do sistema, dados perdidos, dados danificados, sistemas de patching e custo para treinar funcionários para evitar incidentes repetidos, os ataques de ransomware custarão às empresas aproximadamente US$ 11,5 bilhões em 2019.

Isso nem mesmo leva em consideração o custo do resgate em si se as empresas optarem por pagar.

● Ataques sem arquivo (Fileless attacks)

Como o ransomware, os ataques sem arquivo tiveram um aumento no ano passado. Em vez de tentar baixar executáveis ​​contaminados em um computador ou servidor – como com spyware ou worms de malware – os ataques sem arquivo exploram aplicativos ou mesmo sistemas operacionais já instalados em um dispositivo. Quase 77 por cento dos ataques comprometidos conhecidos de 2017 não tinham arquivo.

Devido à sua sofisticação e capacidade de se esquivar do software antivírus tradicional, os ataques sem arquivo custam às empresas US$ 5 milhões quando totalmente executados. Os custos de ataques sem arquivo podem ser projetados em US$ 300 por funcionário.

● Erro humano

Divulgações não intencionais, exclusões acidentais de dados ou descarte impróprio de arquivos confidenciais se enquadram em erros humanos, uma ameaça empresarial comum, mas sob o radar.

Erros humanos tornam o treinamento de conscientização sobre segurança cibernética e as políticas de tratamento de dados ainda mais imperativos.

Responsável por 27% das violações de dados, esse tipo de ameaça de segurança cibernética custa às empresas cerca de US$ 148 por registro comprometido e pode levar até 196 dias para descobrir e reconciliar.

Como fazer um orçamento para proteção de cibersegurança

A segurança cibernética é um investimento – não uma despesa. Isso é essencial para que gerentes e empregadores entendam quando se trata de fazer um orçamento para a preparação cibernética e implementar as mudanças certas no momento certo. No entanto, pode ser difícil priorizar despesas no mundo acelerado e em rápida evolução da segurança cibernética corporativa.

As prioridades precisam ser revisadas continuamente. Os recursos de segurança cibernética podem fornecer suporte quando os departamentos preparam seus orçamentos de TI anuais e trimestrais.

Cada um deve ser revisado e discutido com as partes interessadas, uma de cada vez, garantindo que recebam a devida atenção e inclusão se consideradas prioridades institucionais que contribuem para esse ideal orçamentário de pelo menos 10%.

Obviamente, não é fácil adotar todas essas táticas quando as ameaças cibernéticas em constante mudança de hoje mantém suas equipes de segurança ocupadas o suficiente. A realidade da segurança cibernética é que você deve continuar a fazer mais hoje do que ontem apenas para ficar no mesmo lugar.

No entanto, ao incorporar essas abordagens para formar confiança digital, os CEOs podem alcançar sua visão de transformar gastos cibernéticos em vantagem estratégica. A segurança cibernética pode render dividendos reais, reforçando sua marca, fortalecendo a fidelidade do cliente e impulsionando o crescimento significativo dos negócios.

Por isso, diante desse cenário de risco para sua empresa, conte com a ajuda da Planus. Nossa equipe de profissionais é composta por especialistas em segurança e computação em nuvem que podem ajudá-lo com as dúvidas que precisam ser respondidas durante a elaboração do planejamento e orçamentos relacionados a segurança de sua empresa. Entre em contato agora mesmo.

 

Sobre a Planus

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