Como manter as aplicações essenciais para o negócio nesse momento de crise – Planus

Como manter as aplicações essenciais para o negócio nesse momento de crise

29/09/2020

Como manter as aplicações essenciais para o negócio nesse momento de crise

O impacto significativo do COVID-19 levou as empresas a embarcar em uma jornada de transformação sem precedentes. A pandemia também resultou em uma mudança de grande impacto nos funcionários que trabalham em casa, um modelo que antes não era considerado normal para a maioria das empresas.

Durante essa transição, as organizações tiveram que reconfigurar seus processos operacionais, a base da tecnologia utilizada nas suas operações e os treinamentos de funcionários, implementando tudo imediatamente, sendo insuficiente em termos de qualidade, eficácia e confiabilidade.

Um dos principais motivos para a ineficiência contínua é que as plataformas de tecnologia utilizadas pelas empresas, embora reconfiguradas para as demandas da pandemia, permanecem as mesmas.

Para manter o ambiente de negócios durante uma crise, a exemplo da que vivemos atualmente, e atender às demandas das aplicações essenciais de TI, os CIOs e os demais diretores das empresas devem considerar a transformação de suas plataformas de tecnologia existentes.

A visão geral a seguir oferece uma perspectiva de como as organizações podem empreender essa transformação para obter operações de TI resilientes durante os mais diferentes tipos de crise.

Etapa 1: torne sua arquitetura compatível com a estrutura de aplicações essenciais

Os aplicativos permitem negócios. Consequentemente, as empresas devem fazer um esforço consciente para tornar a arquitetura de TI compatível com a estrutura de soluções utilizadas nas principais operações da empresa.

Essa nova estrutura refere-se à prática de projetar arquitetura de operação de TI com base em aplicativos e serviços de negócios, em vez de focar somente em modelos baseados em ativos de TI, como servidor, rede e armazenamento.

Tradicionalmente, a arquitetura é desenvolvida focada na estrutura de TI, como um data center, a computação aplicada ao usuário final, service desk e assim por diante. Cada um deles está envolvido em várias métricas que não costumam dar ênfase aos aplicativos.

Essas métricas por si só não têm nenhum propósito útil, a menos que sejam visualizadas dentro do contexto de negócios ou KPIs. As organizações podem conectar essas métricas de negócios à tecnologia subjacente ou às métricas das aplicações relacionados aos ativos de tecnologia para construir novos modelos operacionais, que um painel de operações possa mostrar em tempo real.

O painel também pode identificar anomalias ligadas às aplicações consideradas essenciais ao negócio. Essas métricas de infraestrutura precisam se tornar agregadas para servir a uma causa maior, para que sejam mais compreensíveis pela organização de negócios.

Etapa 2: consolide as operações em uma única plataforma

A próxima etapa é consolidar as operações em uma plataforma que conduz o ciclo de vida do serviço, permitindo a inclusão das aplicações essenciais da empresa.

Quer se trate de um novo desenvolvimento de software, correções de bugs ou melhorias fornecidas por várias equipes de suporte de aplicativos ou fornecedores, essas ações são normalmente configuradas como serviços autônomos em um conjunto separado de plataformas.

Elas precisam ser totalmente integradas às plataformas de gerenciamento de serviços de TI existentes, no entanto, com todas as plataformas de colaboração em torno do suporte operacional integradas em uma plataforma de gerenciamento de serviços unificada.

Além disso, é necessário haver um “modelo operacional único” ou uma plataforma de execução que habilite um centro de comando digital, que deve mostrar a integridade da empresa para qualquer ativo de TI, serviço ou aplicações em qualquer momento de suas operações.

Este não é um único painel de controle ou console unificado construído sobre agregação, mas sim uma verdadeira representação do estado de tudo o que for integrado nas operações essenciais da empresa.

Etapa 3: expanda e integre o modelo operacional único

A próxima etapa é preparar esse modelo operacional único por meio de extensões e integrações, ao mesmo tempo em que aprimora os recursos da plataforma de tecnologia existente.

Para determinar o estado atual de integração de serviços, comece com uma avaliação simples do seguinte:

  • Impacto da carga de trabalho do aplicativo na infraestrutura
  • Impacto da carga de trabalho da infraestrutura no aplicativo
  • Carga de trabalho de aplicativo independente
  • Carga de trabalho de infraestrutura independente

Essa avaliação simples ajuda a determinar o quão longe uma empresa está em relação à verdadeira integração. Depois de concluída a avaliação, observe as possibilidades de integração por meio de plataformas no ambiente atual e considere estendê-las com o objetivo de integrá-las.

Etapa final: Direcione o gerenciamento das falhas nas operações para anomalias

Quando se trata de operações de aplicativos, todas as ferramentas e plataformas possíveis anunciaram suporte de IA e aprendizado de máquina para permitir análise de streaming em tempo real. Isso permite que os comportamentos do aplicativo sejam aprendidos e a análise preditiva em tempo real integrada para permitir o gerenciamento preditivo.

Este é um momento crítico para as operações de TI fazerem uma mudança fundamental na mentalidade de falha para anomalia. Se começarmos a passar de incidentes para situações habilitadas pela detecção de anomalias, um centro de comando de operação digital da nova era poderá evoluir para oferecer suporte ao seguinte:

  • Equipes de suporte enxutas e orientadas para o propósito com escalonamento sob demanda.
  • Uma central de atendimento inteligente e integrada.
  • O incentivo à confiabilidade com menos trabalho e mais engenharia.
  • Nível mais alto de prevenção de falhas.
  • Visibilidade em tempo real da saúde da empresa.

Por fim, há muitas possibilidades e potenciais inerentes às plataformas e aos investimentos em tecnologia que as organizações já fizeram. Eles podem ser realizados por meio de um conjunto de transformações.

Isso permitirá que as empresas criem e utilizem uma plataforma de operações de TI resiliente, que pode permitir a verdadeira consolidação e atender a demandas sem precedentes, incluindo não somente uma arquitetura voltada aos ativos de TI, mas abrangendo aplicações consideradas essenciais ao negócio.

A situação atual forçou várias empresas a uma nova realidade, seja para manter os colaboradores trabalhando remotamente ou para garantir uma estrutura de networking com novos serviços de TI, a tecnologia nos deu a esperança de seguir em frente em meio às circunstâncias de um novo normal.

Para garantir esse ambiente de integração e alta disponibilidade, conte com a ajuda da Planus. Nossos especialistas estão a disposição para esclarecer dúvidas e desenvolver projetos que tem como objetivo garantir as operações essenciais ao seu negócio.

Sobre a Planus Cloud, Networking & Services

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Com um perfil consultivo e forte embasamento para orientar os seus clientes sobre o melhor horizonte a seguir, a Planus Cloud, Networking & Services tem como um dos grandes diferenciais a capacidade de atender as necessidades específicas de cada um deles, seja no modelo tradicional On Premise, no modelo Híbrido ou Cloud.

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