Não se esqueça dos processadores RISC – chips simples, mas poderosos e que ainda conduzem importantes cargas de trabalho do data center – Planus

Não se esqueça dos processadores RISC – chips simples, mas poderosos e que ainda conduzem importantes cargas de trabalho do data center

3/09/2020

Não se esqueça dos processadores RISC – chips simples, mas poderosos e que ainda conduzem importantes cargas de trabalho do data center

O processador RISC ocupa uma função restrita no data center do futuro, concentrado em usos específicos, enquanto os chips de arquitetura x86 continuam a se alinhar com a computação em nuvem. O papel dos processadores RISC diminuiu por anos e seu futuro imediato foi colocado em dúvida nos últimos anos.

A demanda por processadores RISC diminuiu especialmente para empresas de médio porte, com um declínio mais lento, ou talvez um padrão de manutenção constante, em empresas maiores.

Basicamente, a procura por gerenciamento e suporte de Alta Plataforma, a exemplo de arquiteturas RISC é limitada a empresas com um grande departamento de TI que executa grandes cargas de trabalho e tem uma equipe que está em dia com as habilidades necessárias para sua administração.

No entanto, os processadores RISC ainda têm importância para aplicativos de grande porte e que apresentam arquitetura legada que precisam de muitos núcleos, como as cargas de trabalho de banco de dados de uma empresa com altas taxas de transação que exigem baixa latência. Sistemas de reservas de companhias aéreas e liquidação de ações são alguns dos principais exemplos.

Essas plataformas ainda têm força devido sua alta taxa de transferência de memória e imagens de sistema único em grande escala.

Arquitetura RISC resiste graças aos aplicativos legados e ao gerenciamento e suporte de Alta Plataforma

A arquitetura RISC consiste basicamente em um microprocessador projetado para executar menos tipos de instruções de computador para que possa operar em uma velocidade mais alta, executando milhões de instruções por segundo.

O conceito RISC levou a um design mais cuidadoso do microprocessador. Entre as considerações de projeto estão o quão bem uma instrução pode ser mapeada para a velocidade do clock do microprocessador, (idealmente, uma instrução pode ser executada em um ciclo do clock), quão “simples” uma arquitetura é necessária e quanto trabalho pode ser feito pelo próprio microchip sem recorrer à ajuda do software.

Além da melhoria de desempenho, algumas vantagens do RISC e melhorias de design relacionadas são:

  • Um novo microprocessador pode ser desenvolvido e testado mais rapidamente se um de seus objetivos for ser menos complicado.
  • Os programadores de sistema operacional e aplicativo que usam as instruções do microprocessador acharão mais fácil desenvolver código com um conjunto de instruções menor.
  • A simplicidade do RISC permite mais liberdade para escolher como usar o espaço em um microprocessador.
  • Compiladores de linguagem de nível superior produzem código mais eficiente do que antes, porque eles sempre tendem a usar o conjunto menor de instruções encontrado em um computador RISC.

Embora um processador x86 seja usado para qualquer coisa atualmente, nem sempre é a melhor escolha. Processadores RISC simplificados e altamente integrados para fins específicos ainda mostram a melhor eficiência e a potência dos data centers.

Gerenciamento e suporte de Alta Plataforma representam garantir importantes cargas de trabalho do data center

Arquiteturas de Alta Plataforma eliminam recursos e funcionalidades desnecessários e se baseia em recursos específicos de tarefas. Processadores RISC mais simples e confiáveis fornecem o mesmo rendimento de computação eficaz com uma fração da energia e do resfriamento.

A questão nos argumentos utilizados na comparação entre arquiteturas x86 vs. RISC consiste basicamente entre versatilidade versus eficiência. Os processadores x86 tradicionais podem lidar com quase todas as tarefas de computação usando um conjunto de instruções extraordinariamente abrangente.

Isso fez do x86 o design de chip preferido para plataformas de computação de uso geral: servidores corporativos, desktops e sistemas de laptop / notebook.

Porém, processadores RISC ainda muito encontrados em arquitetura de sistemas legados sacrificam a versatilidade em prol da eficiência. A remoção de instruções desnecessárias reduz drasticamente a contagem de transistores do processador.

Lidar com menos tarefas em hardware significa que essas tarefas são realizadas mais rapidamente, mesmo em velocidades de clock mais baixas (menos energia) do que uma contraparte x86 completa.

Administrar sistemas legados é um desafio que ainda persiste em alguns data centers

Muitos sistemas legados estão fazendo seu trabalho muito bem. O provérbio “se não está quebrado, não conserte” se aplica mesmo quando você precisa executar seu sistema legado em um mainframe em vez de na computação em nuvem.

Em grande parte das vezes, converter dados legados existentes em um novo sistema não é fácil. A maneira como os dados são armazenados e recuperados hoje mudou. Porém, um sistema mais antigo pode ter um algoritmo diferente e suas características não são mais comuns.

Desta forma, converter todos os dados em uma forma totalmente diferente para serem armazenados em um sistema de computação moderno é um grande desafio para a equipe interna de TI e por isso a necessidade de se ainda manter o gerenciamento e suporte de altas plataformas.

Com o portfólio IT 360 a Planus garante, não só a continuidade dos negócios, como também um gerenciamento dos dados de forma proativa e inteligente, fazendo com que sua empresa tenha maior facilidade de gerar informações e ganhos estratégicos na escala de negócios.

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