Monitoramento de Ambientes Híbridos: o melhor caminho para garantir alta disponibilidade das operações - Planus

Monitoramento de Ambientes Híbridos: o melhor caminho para garantir alta disponibilidade das operações

30/05/2019

Monitoramento de Ambientes Híbridos: o melhor caminho para garantir alta disponibilidade das operações

Agora que muitas empresas iniciaram suas jornadas de migração na nuvem, a maioria está adotando, de forma estratégica, arquiteturas de nuvem híbrida para implantar soluções em diferentes infraestruturas de nuvem pública e privada.

O uso combinado de recursos de nuvem algumas vezes serve também como um intermediário de transição para uma arquitetura final, mas confortável, maximizando a economia de custos e a produtividade, ao mesmo tempo em que aborda as preocupações de privacidade e segurança.

Embora sejam movimentos inteligentes para implementar a Transformação Digital, eles introduzem novos domínios operacionais que exigem uma combinação de técnicas de supervisão para criar uma capacidade de monitoramento de nuvem híbrida moderna e completa.

Os desafios da TI híbrida que leva a necessidade de um monitoramento eficiente

Planejar uma migração para um ambiente de TI híbrido pode ser um processo complexo. As principais escolhas que você deve fazer é saber quais aplicativos e serviços serão hospedados e onde serão acomodados. Basicamente define-se o que se move para a nuvem, determinando qual a estrutura de nuvem pública ou privada é mais adequada.

As escolhas que você faz dependerão de algumas coisas:

  • Como transacional é sua organização?
  • Como sua organização seria melhor servida movendo certas operações para a nuvem?
  • Quão importante é para a sua organização ter controle sobre os recursos?

É importante ter em mente que gerenciar ambientes de TI híbridos também pode ser um desafio. Para recursos que se movem, seus processos e procedimentos provavelmente serão alterados.

Para manter o bom desempenho da rede, por exemplo, você precisa ter ferramentas para gerenciar todos os seus recursos, independentemente de onde eles estejam hospedados.

E tudo depende da arquitetura de nuvem híbrida definida

Independentemente de como uma empresa escolhe sua implementação de nuvem híbrida, dois novos domínios operacionais são introduzidos: primeiro, um datacenter público cuja infraestrutura e arquitetura não são mais controladas pela empresa e, segundo uma matriz de comunicação complexa que cruza várias redes entre os componentes de aplicativos distribuídos em um datacenter privado.

Em ambos os casos, instabilidades e interrupções em qualquer parte podem ter um efeito que afeta a experiência do usuário final além das operações de negócio.

Quando se trata de uma nuvem privada, a empresa possui tudo o que reside no data center, dos aplicativos à infraestrutura de rede. Já em um ambiente de nuvem pública, você pode possuir o aplicativo hospedado em seu provedor de IaaS, mas não tem controle sobre a infraestrutura ou o esquema de rede.

O fato é, que a maioria das empresas que utilizam o modelo híbrido dependem da Internet como meio de convergência, composta de vários ISPs como o mecanismo de conectividade entre seus data centers locais e a nuvem pública.

Portanto, quando esses ISPs fazem parte da equação de conectividade, durante uma interrupção, as empresas precisam ser capazes de isolar a rede do provedor que está causando o problema e ter evidências suficientes para fazer com que respondam, garantindo a alta disponibilidade enquanto é feito a correção do problema.

Como é formada a capacidade de monitoramento de uma nuvem híbrida completa?

Em um ambiente de computação em nuvem híbrida, o monitoramento completo da arquitetura deixa de ser simplesmente uma abordagem vertical de observar código de rede, servidor, armazenamento e aplicativos isoladamente.

Apesar de ainda ser válido, as empresas também precisam de uma visão horizontal que engloba diferentes tipos de data centers, incluindo a conectividade entre eles e a multiplicidade de threads de comunicação entre serviços em execução nessa conectividade.

Desta forma, as organizações devem considerar uma combinação de técnicas e conjuntos de dados para construir uma visão abrangente da arquitetura de tecnologia em todos os domínios operacionais.

Em última análise, toda essa arquitetura deve se reunir em uma ou mais plataformas de monitoramento baseadas em análise de dados, automação e algoritmos que tornem a equipe de operações mais inteligente e ágil no tratamento de incidentes.

A manutenção proativa de um ambiente híbrido não é uma tarefa fácil. Ele exige que você prepare sua organização para falhas inesperadas de TI, ameaças de segurança, interrupções ou até mesmo sistemas danificados.

Uma maneira de se proteger contra a incerteza é investir em uma plataforma abrangente de monitoramento de nuvem que oferece a flexibilidade de monitorar uma ampla variedade de aplicativos, incluindo soluções personalizadas.

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